{"id":3690,"date":"2017-10-09T20:49:00","date_gmt":"2017-10-09T23:49:00","guid":{"rendered":"https:\/\/meusitejuridico.com.br\/?p=3690"},"modified":"2017-10-09T20:49:00","modified_gmt":"2017-10-09T23:49:00","slug":"juizes-erram-criminosos-matam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cdn.meusitejuridico.com.br\/2017\/10\/09\/juizes-erram-criminosos-matam\/","title":{"rendered":"Ju\u00edzes erram; criminosos matam!"},"content":{"rendered":"<p>No dia 29 de setembro do ano em curso, conforme amplamente noticiado pela imprensa, o ex-m\u00e9dico Roger Abdelmassih voltou a se ver livre das grades, desta feita por decis\u00e3o liminar do ministro Ricardo Lewandowiski, do STF (HC 148314\/SP).<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Poucos meses antes, por outros motivos, o STJ (HC 405735\/SP) j\u00e1 havia afastado a pris\u00e3o (<em>de verdade<\/em>) desse criminoso e restitu\u00eddo a ele a <em>pris\u00e3o<\/em> domiciliar, ao argumento de que <strong>o mandado de seguran\u00e7a n\u00e3o pode ser utilizado para conferir efeito suspensivo a recurso que n\u00e3o o tenha (<a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>nota<span style='width: 180px; '  >Num brev\u00edssimo hist\u00f3rico para rememorarmos o caso, lembramos que o ju\u00edzo de primeiro grau de Taubat\u00e9\/SP havia concedido pris\u00e3o domiciliar a Roger. Contra essa decis\u00e3o, o Minist\u00e9rio P\u00fablico apresentou o recurso cab\u00edvel (agravo em execu\u00e7\u00e3o) e, simultaneamente, impetrou mandado de seguran\u00e7a, postulando ao Tribunal de Justi\u00e7a decis\u00e3o liminar que deferisse efeito suspensivo ao mencionado recurso. A decis\u00e3o liminar foi concedida, mas, na sequ\u00eancia, foi cassada pelo STJ.<\/span><\/a>)<\/strong><strong> &#8211; <\/strong>assunto sobre o qual se pretende provocar o debate.<\/p>\n<p>Ju\u00edzes \u2013 porque s\u00e3o humanos \u2013 erram, assim como erram os promotores de Justi\u00e7a, os advogados, os delegados de pol\u00edcia e os demais profissionais do Direito ou de quaisquer outras \u00e1reas. Criminosos \u2013 porque s\u00e3o <em>criminosos<\/em> \u2013 matam, estupram, amea\u00e7am v\u00edtimas, coagem testemunhas, adulteram provas, fogem.<\/p>\n<p>Errar \u2013 sabe-se de h\u00e1 muito \u2013 \u00e9 humano e \u00e9 inevit\u00e1vel, em maior ou menor intensidade, independentemente da capacidade intelectual e da seriedade da pessoa que esteja a realizar um ato qualquer. Que atire a primeira pedra quem nunca falhou.<\/p>\n<p>Por outro lado, matar, corromper, traficar, fugir tamb\u00e9m s\u00e3o pr\u00e1ticas comuns de boa parte dos delinquentes.<\/p>\n<p>Sendo o erro algo inexor\u00e1vel, o mundo jur\u00eddico prev\u00ea mecanismos de revis\u00e3o das <em>falhas <\/em>contidas nas decis\u00f5es judiciais, por meio de recursos ou outros meios de impugna\u00e7\u00e3o, como o <em>habeas corpus<\/em> e o mandado de seguran\u00e7a. Se o <em>defeito<\/em> versar sobre mat\u00e9ria urgente, que gere algum tipo de risco iminente, indispens\u00e1vel que o instrumento de revis\u00e3o admita uma an\u00e1lise igualmente c\u00e9lere.<\/p>\n<p>Pois bem. A mencionada <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>decis\u00e3o do STJ<span style='width: 180px; '  >Que observa a jurisprud\u00eancia consolidada da corte.<\/span><\/a> traz \u00e0 tona uma velha quest\u00e3o: como corrigir, com urg\u00eancia, um provimento judicial que seja errado <em>para menos<\/em>?<\/p>\n<p>Explica-se.<\/p>\n<p>Se o juiz errar <em>para mais<\/em>, vale dizer, se, por exemplo, mandar prender algu\u00e9m que n\u00e3o devesse ser encarcerado, o erro facilmente poder\u00e1 ser submetido a uma an\u00e1lise superior em poucas horas ou, na pior das hip\u00f3teses, em poucos dias, por meio de um <em>habeas corpus<\/em>, que admite, inclusive, decis\u00e3o em sede liminar. Esse instrumento, apelidado no <em>juridiqu\u00eas<\/em> de <em>rem\u00e9dio heroico<\/em>, \u00e9 adequado e suficiente para a rean\u00e1lise do caso com a brevidade que a situa\u00e7\u00e3o exige \u2013 afinal de contas, algu\u00e9m pode estar preso sem merecer.<\/p>\n<p>Agora, e se o juiz errar <em>para menos<\/em>? E se o magistrado, por erro, mandar soltar um assassino perigoso que tem grandes chances de voltar a matar? Ou um agente p\u00fablico corrupto que pretende destruir provas? E se ju\u00edza que soltou Abdelmassih tiver errado (m\u00e9rito em rela\u00e7\u00e3o ao qual este artigo n\u00e3o pretende ingressar)? <em>Quid juris<\/em>?<\/p>\n<p>Ora, a resposta \u00e9 simples. Nessas hip\u00f3teses, bastaria que o promotor de Justi\u00e7a, acaso discordasse da decis\u00e3o judicial, manejasse o recurso adequado, como de <em>sentido estrito<\/em> ou o <em>agravo em execu\u00e7\u00e3o<\/em>, a depender da fase processual. Em <em>poucos<\/em> meses, talvez <em>uma d\u00fazia<\/em> deles, a inst\u00e2ncia superior corrigir\u00e1 a m\u00e1cula \u2013 da qual ningu\u00e9m est\u00e1 livre, reiteramos!<\/p>\n<p>E o que fazer se o indiv\u00edduo solto <em>por erro<\/em> for perigoso, se a necessidade de sua pris\u00e3o for urgente? De acordo com o STJ, o conhecido <em>Tribunal da<\/em> <em>Cidadania<\/em>, resta ao Minist\u00e9rio P\u00fablico <em>sentar e chorar<\/em> enquanto aguarda o passar dos meses ou dos anos at\u00e9 que o seu recurso seja julgado, pois n\u00e3o existe instrumento que preveja, de maneira <em>expressa<\/em>, a possibilidade de rapidamente mandar algu\u00e9m de volta para a cadeia.<\/p>\n<p>\u00c0 popula\u00e7\u00e3o conv\u00e9m que se tranque em casa, que n\u00e3o v\u00e1 a consult\u00f3rios m\u00e9dicos de fertiliza\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o se coloque em quaisquer outras situa\u00e7\u00f5es de risco, pois o delinquente pernicioso est\u00e1 \u00e0 solta e, caso efetivamente mere\u00e7a ser preso, isso demorar\u00e1 bastante a ocorrer.<\/p>\n<p>Embora nosso ordenamento jur\u00eddico n\u00e3o cuide \u2013 literalmente \u2013 de qualquer mecanismo para fazer prender com rapidez algu\u00e9m que tenha sido solto de maneira inadequada, a rec\u00edproca, todos sabem, n\u00e3o \u00e9 verdadeira. \u00c9 da cultura legislativa brasileira haver pressa apenas para soltar bandidos, para esvaziar as cadeias, mas nunca o contr\u00e1rio, jamais para proteger os indiv\u00edduos de bem, honestos e trabalhadores, que n\u00e3o aguentam mais o n\u00edvel de criminalidade a que se chegou.<\/p>\n<p>Apegado a literalidades, olvida-se o STJ, no entanto, que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, nossa <em>Lei Maior<\/em>, assegura os direitos fundamentais \u00e0 vida, \u00e0 seguran\u00e7a e ao patrim\u00f4nio. Prev\u00ea, tamb\u00e9m, que um dos fundamentos desta Rep\u00fablica Federativa \u00e9 a dignidade da pessoa humana. Ainda afirma, expressamente, que entre os objetivos fundamentais do Pa\u00eds se inserem a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade justa e solid\u00e1ria, que promova o bem de todos. Esquece-se, al\u00e9m disso, ser li\u00e7\u00e3o comezinha de Direito que todo magistrado pode e deve exercer seu poder geral de cautela, assim como lhe cabe colmatar as lacunas legislativas e integrar a norma jur\u00eddica. Tudo isso somado leva \u00e0 inafast\u00e1vel conclus\u00e3o de que o Direito \u00e9 formado n\u00e3o apenas pelo que se <em>l\u00ea<\/em> nas palavras dos textos legais, mas tamb\u00e9m e principalmente pelo que se <em>extrai<\/em> de sua an\u00e1lise ampla, conglobada.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse contexto que, \u00e0 mingua de outro meio de impugna\u00e7\u00e3o espec\u00edfico para essa finalidade \u2013 o que, <em>de lege ferenda<\/em>, seria conveniente para evitar discuss\u00f5es \u2013 se sustenta a admissibilidade do mandado se seguran\u00e7a, com poss\u00edvel liminar, n\u00e3o apenas para se conceder <em>efeito suspensivo<\/em> a recurso desprovido dessa caracter\u00edstica, mas para efetivamente fazer valer o direito l\u00edquido e certo, pass\u00edvel de comprova\u00e7\u00e3o de plano, de ver encaminhado ao erg\u00e1stulo o indiv\u00edduo que ofere\u00e7a risco \u00e0 ordem p\u00fablica, \u00e0 instru\u00e7\u00e3o processual ou \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da lei penal (<a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>nota<span style='width: 180px; '  >E tamb\u00e9m para o cumprimento de pena imposta em definitivo.<\/span><\/a>), sublimando-se, assim, com a urg\u00eancia que o caso demanda, os direitos fundamentais dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>Com efeito, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que a decis\u00e3o do mandado de seguran\u00e7a estar\u00e1 gravada com a cl\u00e1usula <em>rebus sic stantibus<\/em>, ou seja, reconhecer\u00e1 o direito l\u00edquido e certo <em>da sociedade<\/em> de ver detido o indiv\u00edduo naquela ocasi\u00e3o, sob aquelas circunst\u00e2ncias, sem preju\u00edzo de posterior modifica\u00e7\u00e3o. Inexiste \u00f3bice para tanto, sen\u00e3o a pr\u00f3pria jurisprud\u00eancia do STJ, que, com o devido respeito, no ponto, \u00e9 equivocada e obsoleta, estando a merecer imediata evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O mandado de seguran\u00e7a, assim como o <em>habeas corpus<\/em>, pode ser julgado com extrema rapidez, protegendo o direito em risco, de onde vem sua import\u00e2ncia. Por \u00f3bvio, a par do mandado de seguran\u00e7a, caber\u00e1 ao Minist\u00e9rio P\u00fablico comprovar haver interposto tamb\u00e9m, pr\u00e9via ou simultaneamente, o recurso legal pertinente, em cujo julgamento poder\u00e1 ser mantida ou reformada a decis\u00e3o tomada pela <em>via r\u00e1pida<\/em>. Esta decis\u00e3o tem finalidade meramente cautelar, fundada na plausibilidade jur\u00eddica do pedido e no risco de dano efetivo at\u00e9 o julgamento do m\u00e9rito do recurso.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, n\u00e3o custa lembrar que impetra\u00e7\u00e3o de mandado de seguran\u00e7a contra ato judicial \u00e9, de longa data, admitida pela jurisprud\u00eancia, estando, inclusive, expressamente consagrada em sua atual <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>lei de reg\u00eancia<span style='width: 180px; '  >Lei n. 12.016\/09, artigo 5.\u00ba, inciso II.<\/span><\/a>, que, <em>a contrario sensu<\/em>, destaca o cabimento dessa a\u00e7\u00e3o constitucional contra decis\u00e3o judicial <em>da qual n\u00e3o caiba recurso com efeito suspensivo<\/em>. Ademais, tamb\u00e9m parece induvidoso ser ilegal o ato (judicial) que, presente hip\u00f3tese de encarceramento, deixa de decretar ou revoga ordem pris\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 n\u00edtida a <em>mens legis<\/em>: que o mandado de seguran\u00e7a seja utilizado como instrumento h\u00e1bil a evitar um dano irrepar\u00e1vel. Nas palavras precisas e sempre atuais de <a class='qlabs_tooltip_top qlabs_tooltip_style_1 cursor_pointer event_hover' style=''  aria-haspopup='true'>Carlos Maximiliano<span style='width: 180px; '  >Hermen\u00eautica e aplica\u00e7\u00e3o do Direito. 18 ed. Forense, pp. 118\/119. <\/span><\/a>: \u201cdeve o Direito ser interpretado inteligentemente: n\u00e3o de modo que a ordem legal envolva um absurdo, prescreva inconveni\u00eancias, v\u00e1 ter a conclus\u00f5es inconsistentes ou imposs\u00edveis.\u201d<\/p>\n<p><em>N\u00e3o exsurge, do que se prop\u00f5e, qualquer restri\u00e7\u00e3o a direitos do r\u00e9u, tampouco ofensa ao devido processo legal. Ao contr\u00e1rio, busca-se a paridade de armas entre a acusa\u00e7\u00e3o e a defesa, entre a sociedade em perigo e o bandido perigoso. Apenas isso&#8230; <\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>A can\u00e7\u00e3o de Toquinho (<em>Errar \u00e9 humano<\/em>) nos faz lembrar que \u201cN\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 vergonha, n\u00e3o. Todos sempre t\u00eam algum defeito, n\u00e3o existe a perfei\u00e7\u00e3o.\u201d Vergonha, segundo nos parece, \u00e9 se apegar a literalidades in\u00f3cuas, a exegeses bitoladas, e n\u00e3o dar ao arcabou\u00e7o legislativo a interpreta\u00e7\u00e3o constitucional que merece e que protege o povo.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 29 de setembro do ano em curso, conforme amplamente noticiado pela imprensa, o ex-m\u00e9dico Roger Abdelmassih voltou a se ver livre das grades, desta feita por decis\u00e3o liminar do ministro Ricardo Lewandowiski, do STF (HC 148314\/SP).\u00a0 Poucos meses antes, por outros motivos, o STJ (HC 405735\/SP) j\u00e1 havia afastado a pris\u00e3o (de verdade) [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":37,"featured_media":3691,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1,106,114],"tags":[1010,1085,471,1086],"class_list":["post-3690","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-direito-penal-disciplinas","category-direito-processual-penal","tag-erro","tag-juizes","tag-prisao","tag-roger-abdelmassih"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.8.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ju\u00edzes erram; criminosos matam! 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